Havia chegado o dia da partida. Maria Lucia e Angelica voltariam para o Brasil, via Paris. Luiza e Vera iriam parar em Paris, pegando o mesmo voo. Celia, eu, Ana e Jose iríamos também a Paris, mas em um voo mais tarde. A maioria do pessoal do navio, que voltaria para o Brasil, saiu muito cedo, em torno de 4h da manhã, em vários ônibus com os guias. Nós quatro, juntamente com duas senhoras do Rio de Janeiro mais um casal que iria para Praga, fomos colocados em uma van com motorista russo, sem guia, com a instrução de descermos na primeira parada da van no terminal de embarque.
Acontece que, ao chegar ao aeroporto, a van foi impedida por um policial de acessar o terminal de embarque e foi direcionada para o estacionamento de veículos, onde o motorista descarregou as bagagens e nos deixou sem qualquer explicação. No meio daquela montanha de malas, todas pesadíssimas em virtude das inúmeras compras, olhamos em volta atônitos à procura de carrinhos para depositar a bagagem. Não havia. Vocês já ouviram falar de aeroporto que não tem carrinho de bagagem? Pois o de São Petersburgo é assim. Celia e Ana até tentaram achar algum, mas em vão. Decidimos então transportar todas as malas até a porta de entrada que não ficava longe, em meio a muitas risadas pela situação inusitada. Ao chegar finalmente à entrada, depois de muitas idas e vindas carregando e vigiando as malas, topamos com uma policial troncuda, de cara enfezada e muito feia. Imediatamente as risadas cessaram. À nossa frente havia tres aparelhos de raio X ou seja, deveríamos colocar todas as malas e sacolas nesses aparelhos para entrar no aeroporto. Isso sem contar o monte de gente apressada em nossa retaguarda. Imaginem a cena: quatro pessoas, cada uma com duas malas grandes, fora bolsas de mão - Celia tinha tres malas, mas muito perita, encontrou um jeito de empurrá-las sem ajuda - dois de nós colocavam as malas no raio X e dois esperavam do lado de dentro para retirá-las. E por incrível que pareça tudo foi feito rapidamente para desafogar a fila, nem sentíamos o peso dos volumes, tal era o nervoso e a ansiedade que tomara conta de todos.
Passada a primeira dificuldade, era necessário encontrar o terminal de embarque. No andar em que entramos, embaixo, havia um grande painel luminoso de voos, escrito somente em russo, ou seja, sem chance de entendimento. Logo à esquerda do painel havia um elevador e uma escada por onde passavam dezenas de pessoas apressadíssimas. Postei-me ao lado da escada e fui perguntando aos passantes, "do you speak english?", ninguém atendia, até que uma mocinha, caridosa, parou e diante de minha pergunta sobre o terminal de embarque, disse-nos que ficava no andar de cima. Tínhamos que colocar aquela montanha de malas no elevador, pequeno, para subir, juntamente com outras pessoas, claro. Foram feitas muitas viagens, sobe-desce-espera, até que finalmente conseguimos levar tudo para cima. Lá chegando, um enorme saguão, com inúmeras filas de passageiros para embarque, como achar a nossa companhia, porque tudo também estava escrito só ... em russo. Por sorte encontramos as duas senhoras do Rio de Janeiro que tinham acabado de fazer o checkin e nos levaram ao respectivo balcão que por sinal não tinha fila. Era um alívio nos livrarmos daquela montanha de bagagem que havia sido arrastada desde o estacionamento lá embaixo.
Mas a novela não havia terminado. Após o exame dos passaportes, entramos em um espaço com novas máquinas de raios X e policiais, dessa vez falando inglês, nos mandaram tirar os sapatos que foram colocados em uma caixa juntamente com bolsas,casacos, cintos, relógios, aneis, passaportes, enfim tudo que se levava na mão. Depois de passar pela máquina, uma policial para as mulheres e um policial para os homens nos fizeram uma revista pessoal minuciosa, apalpando tudo e de todos os lados. Após a liberação, colocamos nossos sapatos, pegamos nossa bagagem de mão e demais acessórios e documentos e finalmente entramos na área de embarque. Ufa, que sufoco, tivemos que vencer inúmeras barreiras para pegar um avião e sair da Rússia. Próxima parada, Paris, uma outra história...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
São Petersburgo à Noite
Noite quer dizer madrugada, porque nesta época, em plena primavera, começa a escurecer a partir das 23.30h. Portanto, nossa excursão noturna partiu do navio mais de meia noite, quando não estava ainda totalmente escuro. O grupo em companhia de Dmitri passeou por lugares qua havíamos visto de dia, mas que à noite pareciam outros, com as luzes a pleno vapor. Mesmo assim, a cidade é menos iluminada que Moscou, um prodígio de luzes e enfeites noturnos comparável a Paris. Alguns prédios merecem destaque.
Vejam, por exemplo, como ficou lindo o Teatro Marinsky, antigo Kirov, sede do famoso ballet que todos conhecem e que está vindo por aqui.
E um prédio do governo ao lado do teatro.
Já falei aqui que São Petersburgo foi planejada e construída sobre 42 ilhas, todas ligadas ao continente por dezenas e dezenas de pontes, muitas delas levadiças. As mais bonitas, algumas lindamente trabalhadas em ferro, outras em madeira e ouro e outros metais, estão localizadas sobre o Rio Neva, que liga o lago Latoga, o maior da Europa ao mar Báltico, que se abre a partir do Golfo da Finlândia. Essas pontes sobre o Rio Neva se levantam todos os dias a l.30h da madrugada, para que grandes navios cargueiros provenientes do interior da Russia, possam atingir o mar, passando pelo rio. É claro que ficamos para ver a abertura da mais bonita e também a ponte mias importante, que liga o continente à maior ilha. Vejam-na fechada.
E agora aberta.
Já falei aqui que São Petersburgo foi planejada e construída sobre 42 ilhas, todas ligadas ao continente por dezenas e dezenas de pontes, muitas delas levadiças. As mais bonitas, algumas lindamente trabalhadas em ferro, outras em madeira e ouro e outros metais, estão localizadas sobre o Rio Neva, que liga o lago Latoga, o maior da Europa ao mar Báltico, que se abre a partir do Golfo da Finlândia. Essas pontes sobre o Rio Neva se levantam todos os dias a l.30h da madrugada, para que grandes navios cargueiros provenientes do interior da Russia, possam atingir o mar, passando pelo rio. É claro que ficamos para ver a abertura da mais bonita e também a ponte mias importante, que liga o continente à maior ilha. Vejam-na fechada.
E agora aberta.
Muito interessante e muito diferente de tudo o que temos por aqui. A Rússia é realmente um país que merece ser visitado. Infelizmente nossa viagem estava chegando ao fim e no último episódio russo, vou contar para vocês o "sufoco" que passamos no aeroporto de São Petersburgo no dia do embarque para Paris.
terça-feira, 19 de julho de 2011
"Versailles" Russos
Falo no plural porque os palácios visitados - a residência de verão de Catarina II, a Grande, em Pushkin que fica a 25km de São Petersburgo e os jardins do palácio de verão de Pedro, o Grande, à beira do Golfo da Finlândia, no mar Báltico - são simplesmente esplendorosos, tão ou mais deslumbrantes do que o Palácio de Versailles, perto de Paris, conhecido de todos. É de cair o queixo a visão de tanto ouro, tanto luxo para uma só pessoa, apenas em uma residência, sem contar as outras. As palavras são insuficientes. Vou mostrar as fotos. Por fora,
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E por dentro,
Gostaram? Isso é só uma amostra. Difícil mesmo é descrever nosso deslumbramento.
Agora, uma pequena amostra das ricas fontes e belíssimos jardins do palácio de verão de Pedro, o Grande, à beira do Báltico. Vejam.
Sem contar a emoção de saber que estávamos no mar Báltico, tão somente a 200 km da Finlândia - que distância desse nosso longínquo Brasil.
No próximo post, a excursão noturna por São Petersburgo com a abertura das pontes levadiças. Lindo. Não percam.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Um incidente em São Petersburgo
Deixadas no centro comercial de São Petersburgo, Maria Lucia, Celia e eu, após darmos uma olhada por fora, na linda Igreja do Sangue Derramado, - vejam -
entramos em um Shopping composto por um hotel 5 estrelas e várias lojas de grife, tais como Tiffanys, Chanel, Gucci e outras. Além da vontade de conhecer esse luxuoso lugar, estávamos atrás de um bom banheiro. Logo na entrada, havia uma máquina ATM, com aparência de nova e moderna, mas tudo escrito em russo. Celia, com intenção de fazer compras, resolveu sacar alguns rublos, moeda local. Colocou o cartão de débito na máquina, digitou a quantia, a senha, esperamos e nada..., nem dinheiro nem o cartão de volta. Apertamos diversos botões, alguns trancos, mas sem sucesso. O que fazer em um lugar onde só se fala russo? Meu coração acelerou, mas Celia estava incrivelmente calma. Como você consegue ficar tão calma, perguntei-lhe. Ah, tenho outro cartão, respondeu-me. Aí fiquei sabendo que o Banco do Brasil dava sempre dois cartões de débito a cada cliente, para prevenir eventos como esse. De qualquer forma, não podíamos deixar o cartão dentro da máquina porque poderia ser usado indevidamente por outra pessoa. Na Europa é comum a compra sem o uso da senha.
Ao me acalmar, lembrei-me que estávamos em um hotel 5 estrelas e teoricamente os empregados deveriam falar inglês. Dirigi-me ao bar ao lado, decoração luxuosa em madeira escura e localizei um rapaz jovem que parecia ser o gerente. A princípio, ele disse que nada poderia fazer mas foi indo em direção à máquina ATM. Pelo celular ligou para o número ali fixado e falou durante uns 5 minutos, em russo, tentando ao mesmo tempo fazer a máquina funcionar. Mas em vão. Disse-nos então que a companhia só viria no dia seguinte para abrir a engenhoca e que deveríamos ligar para o banco e bloquear o cartão.
Após agradecer-lhe, procurei o hall de entrada do hotel e perguntei a um jovem recepcionista onde encontraríamos cartão telefônico que ligasse para o Brasil. O jovem, muito educado, disse-nos que poderíamos fazer a ligação do business center do hotel, que ficava logo ao lado. Ao entrar no business center, encontramos uma mocinha muito bonita, mas com cara de assustada. Ao ser indagada "do you speak english?" ficou mais assustada ainda, mas disse que sim. Expliquei-lhe então que precisaríamos ligar para o banco do Brasil, no Brasil, para bloquear um cartão de débito que ficara preso na máquina ATM. A ligação por minuto ficava bem cara - logico era um hotel 5 estrelas - mas o que fazer, era necessária. Ela fez a chamada e Celia conseguiu, com sucesso, bloquear o cartão preso na máquina. Maria Lucia também reclamou que seu cartão não funcionava e a atendente do banco fez lá uns procedimentos.
Enquanto elas falavam ao telefone, puxei conversa com a mocinha assustada, contei-lhe nossas aventuras, perguntei-lhe onde era a toilette - nessas alturas tínhamos até esquecido -, disse-lhe que as moças russas eram muito bonitas e simpáticas e ela foi relaxando, até sorriu um pouco. Ao final do telefonema, mais ou menos uns 10 minutos, perguntei-lhe quanto era. Ela fez um gesto de nada e pos a mão nos lábios em sinal de silêncio, sorrindo. Ou seja, conseguimos fazer uma chamada internacional de um hotel 5 estrelas... sem pagar nada. Agradecemos muito e saímos.
Um traço do povo russo, já tinha notado. Rude e zangado na aparência, mas muito solidário e emocional no íntimo. Qualquer agrado o comove e se você estiver em apuros, ele se desdobra para ajudar, mesmo com a dificuldade de comunicação. O contato pessoal com povos estranhos e desconhecidos para nós é realmente emocionante.
A seguir, tomamos um bom capuccino para relaxar do stress, fizemos algumas compritas e voltamos para o navio, porque ao escurecer - isso lá pela uma hora da manhã - faríamos uma excursão noturna para ver a abertura das pontes. Mas isso é uma outra história...
entramos em um Shopping composto por um hotel 5 estrelas e várias lojas de grife, tais como Tiffanys, Chanel, Gucci e outras. Além da vontade de conhecer esse luxuoso lugar, estávamos atrás de um bom banheiro. Logo na entrada, havia uma máquina ATM, com aparência de nova e moderna, mas tudo escrito em russo. Celia, com intenção de fazer compras, resolveu sacar alguns rublos, moeda local. Colocou o cartão de débito na máquina, digitou a quantia, a senha, esperamos e nada..., nem dinheiro nem o cartão de volta. Apertamos diversos botões, alguns trancos, mas sem sucesso. O que fazer em um lugar onde só se fala russo? Meu coração acelerou, mas Celia estava incrivelmente calma. Como você consegue ficar tão calma, perguntei-lhe. Ah, tenho outro cartão, respondeu-me. Aí fiquei sabendo que o Banco do Brasil dava sempre dois cartões de débito a cada cliente, para prevenir eventos como esse. De qualquer forma, não podíamos deixar o cartão dentro da máquina porque poderia ser usado indevidamente por outra pessoa. Na Europa é comum a compra sem o uso da senha.
Ao me acalmar, lembrei-me que estávamos em um hotel 5 estrelas e teoricamente os empregados deveriam falar inglês. Dirigi-me ao bar ao lado, decoração luxuosa em madeira escura e localizei um rapaz jovem que parecia ser o gerente. A princípio, ele disse que nada poderia fazer mas foi indo em direção à máquina ATM. Pelo celular ligou para o número ali fixado e falou durante uns 5 minutos, em russo, tentando ao mesmo tempo fazer a máquina funcionar. Mas em vão. Disse-nos então que a companhia só viria no dia seguinte para abrir a engenhoca e que deveríamos ligar para o banco e bloquear o cartão.
Após agradecer-lhe, procurei o hall de entrada do hotel e perguntei a um jovem recepcionista onde encontraríamos cartão telefônico que ligasse para o Brasil. O jovem, muito educado, disse-nos que poderíamos fazer a ligação do business center do hotel, que ficava logo ao lado. Ao entrar no business center, encontramos uma mocinha muito bonita, mas com cara de assustada. Ao ser indagada "do you speak english?" ficou mais assustada ainda, mas disse que sim. Expliquei-lhe então que precisaríamos ligar para o banco do Brasil, no Brasil, para bloquear um cartão de débito que ficara preso na máquina ATM. A ligação por minuto ficava bem cara - logico era um hotel 5 estrelas - mas o que fazer, era necessária. Ela fez a chamada e Celia conseguiu, com sucesso, bloquear o cartão preso na máquina. Maria Lucia também reclamou que seu cartão não funcionava e a atendente do banco fez lá uns procedimentos.
Enquanto elas falavam ao telefone, puxei conversa com a mocinha assustada, contei-lhe nossas aventuras, perguntei-lhe onde era a toilette - nessas alturas tínhamos até esquecido -, disse-lhe que as moças russas eram muito bonitas e simpáticas e ela foi relaxando, até sorriu um pouco. Ao final do telefonema, mais ou menos uns 10 minutos, perguntei-lhe quanto era. Ela fez um gesto de nada e pos a mão nos lábios em sinal de silêncio, sorrindo. Ou seja, conseguimos fazer uma chamada internacional de um hotel 5 estrelas... sem pagar nada. Agradecemos muito e saímos.
Um traço do povo russo, já tinha notado. Rude e zangado na aparência, mas muito solidário e emocional no íntimo. Qualquer agrado o comove e se você estiver em apuros, ele se desdobra para ajudar, mesmo com a dificuldade de comunicação. O contato pessoal com povos estranhos e desconhecidos para nós é realmente emocionante.
A seguir, tomamos um bom capuccino para relaxar do stress, fizemos algumas compritas e voltamos para o navio, porque ao escurecer - isso lá pela uma hora da manhã - faríamos uma excursão noturna para ver a abertura das pontes. Mas isso é uma outra história...
sábado, 9 de julho de 2011
São Petersburgo e o Hermitage
Após o rápido lanche no ônibus mesmo, para não perder tempo, rumamos com Dmitri para o Museu Hermitage, o segundo maior da Europa depois do Louvre. Ele é composto de vários palacetes interligados, na cor verde, o principal deles foi o palácio de inverno dos czares até a queda da monarquia russa. Possui hoje um acervo de mais de tres milhões de peças, núcleo iniciado pela czarina Catarina, a Grande, no século XVIII. A suntuosidade do paládio de inverno é difícil de descrever. De início, depara-se com um vestíbulo seguido de escadaria e colunas de mármore com trabalhos em ouro e pinturas magníficas no teto.
Visitamos alguns cômodos que integravam o antigo palácio de inverno, tais como as dependências da czarina, a igreja, a sala do trono, esplêndidos.
Catarina a Grande teve inclusive o capricho de mandar fazer uma réplica do salão dos espelhos existente em Versailles, só que em forma de galeria e tão lindo quanto.
Tiveram uma tênue idéia do que vimos? Bem, após o Hermitage, onde permanecemos por aproximadamente duas horas, descemos em uma praça bem no centro comercial de São Petersburgo, onde poderíamos ficar por mais umas duas horas para passeios e compras nos arredores. Os cansados voltaram para o navio, mas Celia, Maria Lucia e eu ficamos para explorar a região. Ali bem perto, além da magnífica Igreja do Sangue Derramado, havia um shopping center de luxo, com lojas de grife, como Tiffanys, Chanel, Gucci, etc e um hotel cinco estrelas. Foi justamente nesse shopping que aconteceu um incidente com Celia, que relatarei no próximo post. Não percam.
Subindo as escadarias, entramos em salões imensos cada um mais lindo que o outro. Todos com obras de arte deslumbrantes, lustres em cristal e ouro magníficos.
Visitamos alguns cômodos que integravam o antigo palácio de inverno, tais como as dependências da czarina, a igreja, a sala do trono, esplêndidos.
Catarina a Grande teve inclusive o capricho de mandar fazer uma réplica do salão dos espelhos existente em Versailles, só que em forma de galeria e tão lindo quanto.
Tiveram uma tênue idéia do que vimos? Bem, após o Hermitage, onde permanecemos por aproximadamente duas horas, descemos em uma praça bem no centro comercial de São Petersburgo, onde poderíamos ficar por mais umas duas horas para passeios e compras nos arredores. Os cansados voltaram para o navio, mas Celia, Maria Lucia e eu ficamos para explorar a região. Ali bem perto, além da magnífica Igreja do Sangue Derramado, havia um shopping center de luxo, com lojas de grife, como Tiffanys, Chanel, Gucci, etc e um hotel cinco estrelas. Foi justamente nesse shopping que aconteceu um incidente com Celia, que relatarei no próximo post. Não percam.
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